Retrato editorial de Ariel Alexandre, de óculos âmbar e camiseta preta, diante de fundo verde-sálvia.
Retrato editorial · arquivo pessoal · 2026

Olá, eu sou

Do Rio de Janeiro a Lisboa Produtos digitais desde 2004

Ariel Alexandre

Pego tecnologias novas e tento descobrir como elas podem servir a alguém de verdade.

Comecei no rádio. Em 2004, quando publicar vídeo na internet ainda dava trabalho, criei o Videolog com Edson Mackeenzy. Depois vieram o comércio digital, a creator economy e a blockchain. Hoje, estou construindo produtos e interfaces com inteligência artificial. Arquivo revisto em .

Empreendedor de inovação

Veículos e publicações que documentam esta trajetória

Um jeito de trabalhar

A tecnologia muda, mas a curiosidade fica.

Nunca me interessou uma tecnologia só porque era nova. Gosto é de quando ela resolve alguma coisa de verdade. Foi assim com o vídeo online em 2004 e com o comércio digital alguns anos depois. A blockchain só fez sentido quando saiu do discurso. Hoje, essa curiosidade está nos produtos que ajudam pessoas e marcas a serem compreendidas por sistemas de IA.

Pelo caminho

O que fuiconstruindo.

Aqui está o fio da história. Cada projeto leva primeiro ao case ou ao contexto em que foi construído. O segundo caminho abre sua parte em um arquivo público com 259 matérias, entrevistas, vídeos e outros registros, sem repetir todos esses links na home.

  1. Antes de

    Antes da internet, veio o rádio

    Comecei alugando equipamentos de som ainda adolescente e passei quase dez anos ligado ao rádio. Jovem Pan e Transamérica deixaram registros públicos; as rádios comunitárias, os palcos e o programa Turbulência permanecem, por enquanto, como memória e arquivo pessoal.

  2. Videolog

    Criei o Videolog com Edson Mackeenzy para tornar mais simples publicar e assistir a vídeos na internet brasileira, meses antes do YouTube. Em novembro de 2004, contei à Folha que a plataforma tinha chegado a cerca de 15 mil usuários no primeiro mês. Em 2006, o UOL me apresentou como criador e diretor de tecnologia, formalizou uma parceria nacional com o Videolog e registrou 170 mil usuários cadastrados naquele momento. Em 2011, a Exame incluiu nós dois em uma reportagem sobre a geração de empreendedores que surgiu depois da bolha da internet.

  3. AmoMuito

    Com a AmoMuito, passei a olhar de perto para o e-commerce. Foi ali que comecei a falar publicamente sobre usabilidade, confiança, logística e experiência de compra. Em 2013, O Globo mostrou a operação, chamou a empresa de pioneira no comércio eletrônico de acessórios femininos e me identificou como um dos sócios.

  4. Reminds

    Na Reminds, fui cofundador de uma das oito startups escolhidas para o programa de aceleração da Samsung e da Anprotec. O programa incluiu uma etapa de incubação na Coreia do Sul. Em 2015, também representei a empresa no TechMission no Vale do Silício, organizado pela +Innovators com apoio da Apex-Brasil.

  5. Celebryts / Cely

    Em 2016, cofundei a Celebryts com Bruno Pires e Rafael Stavarengo. A empresa, que depois passou a se chamar Cely, aproximava marcas e criadores com apoio de algoritmos, dados e mensuração. Em abril, o UOL me entrevistou no lançamento da plataforma sobre monetização, métricas e profissionalização dos criadores. Em dezembro, O Globo me identificou como diretor executivo ao anunciar um painel do WIRED Festival Brasil. Fontes publicadas entre 2017 e 2018 passaram a me apresentar como CEO.

  6. E-Commerce Experience

    Em Portugal, Vanessa Caldas e eu criamos a E-Commerce Experience. O programa ajudava empresas estabelecidas a experimentar novas práticas digitais e a repensar a experiência de compra. As atividades aconteceram em Lisboa e ficaram registradas por veículos e organizações do ecossistema português.

  7. Quero Ajudar

    Em março de 2020, no começo da pandemia, eu, Vanessa e uma equipe ligada à E-Commerce Experience criamos o Quero Ajudar. Fiz a primeira versão da plataforma em dois dias para conectar pessoas em situação de risco a voluntários. No terceiro, uma equipe de 15 pessoas já operava o serviço. O PÚBLICO registrou 1.342 voluntários na data da entrevista.

  8. O Meu Banco

    O Meu Banco começou dentro de casa. Vanessa e eu queríamos ajudar nossa filha Sofia a entender a mesada sem colocá-la diante da complexidade de uma conta bancária real. O simulador acabou reunindo educação financeira, controle dos responsáveis e uma interface simples. Depois, foi um dos quatro aplicativos escolhidos como “Melhores tesouros escondidos” no Google Play Best of 2020 publicado no Brasil.

  9. LiveCo

    Cofundei a LiveCo para trabalhar com live shopping. No Fórum E-Commerce Brasil 2021, falei sobre como a transmissão ao vivo podia devolver conversa e interação à compra digital. A Netshow.me adquiriu a empresa no fim de 2023. Em 2026, a Exame contou como a tecnologia da LiveCo ajudou a dar escala à nova frente B2B da adquirente.

  10. NFT Ticket Pass

    Desenvolvi o protocolo NFT Ticket Pass para ligar ativos digitais a ingressos, benefícios e experiências. O projeto foi usado na turnê de despedida de Milton Nascimento, e a Forbes Brasil me identificou como desenvolvedor do protocolo. O Guardian registrou internacionalmente a decisão de vender os ingressos do show de abertura como NFTs.

  11. Gotas

    Cofundei a Gotas para usar blockchain sem obrigar ninguém a pensar em blockchain. O foco estava na fidelização e no relacionamento direto. Em 2024, a empresa entrou na terceira turma do Startup Program da thirdweb. No ano seguinte, participou com a Chiliz do Cards do Futebol, e o BeInCrypto me ouviu sobre comunidades, marketing e os riscos práticos das memecoins.

  12. —agora

    Cultura Builder

    A Cultura Builder reúne Bruno Pessoa, Caio Vicentino, Deco Montenegro e eu. A ideia é ajudar mais gente a usar inteligência artificial para construir de verdade. A Exame atribuiu a mim a criação do termo “Builders” usado pelo projeto. Em 2025, levamos a final do Builders Month, oficinas e o Laboratório Cultura Builder ao AI Brasil Experience, em São Paulo.

  13. —agora

    Naia

    Na Naia, sou identificado como cofundador e trabalho com GEO, comércio agêntico e descoberta de marcas por modelos de linguagem. Em 18 de julho de 2026, a página institucional listava também Tiago Baeta, Vanessa Caldas e Alexandre Caramaschi como cofundadores. Materiais de lançamento anteriores citavam três pessoas e tratavam Tiago como advisor, por isso apresento aqui a composição atual sem reescrever a história do lançamento.

O trabalho de agora

Três assuntos que continuam me puxando.

01

IA aplicada

Quero que a IA desapareça dentro do produto. Quem usa deve perceber que ficou mais fácil, não que existe um modelo trabalhando por trás.

02

Blockchain invisível

Blockchain só me interessa quando resolve algo para quem está do outro lado. Pode ser identidade, propriedade ou fidelização. A tecnologia não precisa virar o assunto principal.

03

Cultura de construção

Mais gente consegue construir quando tem boas ferramentas e espaço para testar. Meu trabalho aqui é ajudar profissionais não técnicos a tirar ideias do papel.

Como eu construo

As ferramentas que uso para tirar ideias do papel.

Elas entram no trabalho quando ajudam a entender o problema, testar uma interface ou encurtar o caminho até um produto útil.

  • GEO Ser encontrado e entendido por IA

    Organizo entidades, conteúdo e fontes para que sistemas de IA entendam melhor uma marca e encontrem informação confiável sobre ela.

  • Desenvolvimento com IA Do protótipo ao produto

    Uso modelos, ferramentas de código e automações para construir mais rápido, sem deixar a clareza da interface e a experiência de uso para depois.

  • Sistemas agênticos Agentes que trabalham com contexto

    Desenho fluxos em que agentes consultam informações, executam tarefas e sabem quando precisam devolver uma decisão para uma pessoa.

  • Produto e UX/UI Testar antes de escalar

    Junto estratégia, tecnologia e comportamento de uso para colocar uma interface em movimento cedo e aprender com ela.

Ver produtos e ondas de inovação

Conversas públicas

Lugares onde compartilhei o que estava aprendendo.

Uma seleção de encontros, entrevistas e painéis confirmados pelos canais que os publicaram.

InterCon | iMasters TV digital, Videolog e o produto T!V! InterCon WP | iMasters Apresentação do evento técnico de WordPress Campus Party Brasil Evolução multimídia dos blogs Rio Info Vídeo marketing para empresas Lisbon, Law & Tech Painel Web3 and NFTs WIRED Festival Brasil Painel sobre influenciadores e youtubers Sebrae SP Live Empreendedor sobre influenciadores digitais E-Commerce Brasil Tecnologia e prevenção de fraudes no e-commerce Times Brasil | CNBC IA, automação e ativos digitais Times Brasil | CNBC $LIBRA, Milei e o mercado de ativos digitais Times Brasil | CNBC Naia Index e a disputa por recomendações em sistemas de IA G1 | Fantástico Case com vídeo, transcrição e fotografia dos bastidores Globoplay | Fantástico Vídeo da mesma reportagem sobre empreendedores brasileiros Chiliz Hacking Paris Gotas no Parc des Princes, estádio do PSG E-Commerce Brasil Vendas Workshop sobre Facebook Ads e performance Fórum E-Commerce Brasil Live commerce e humanização da experiência digital E-Commerce Brasil | LiveCo Painel completo sobre tecnologia e vendas ao vivo Bitalk — Negócios à Portuguesa Da Web1 à Web3, Videolog e O Meu Banco Portugal Connection Gotas.Social e trajetória empreendedora em Portugal Fórum E-Commerce Brasil Coordenação do palco Web3 e apresentação da Gotas Gramado Summit Ariel na curadoria de palestrantes da arena de IA Promoview | Gramado Summit GEO, Naia e a mudança de share of voice para os LLMs

Perguntas que costumam aparecer

Quem sou, o que construí e no que estou trabalhando agora.

Respostas diretas, escritas para pessoas e ligadas às fontes que sustentam cada parte da história.

Quem é Ariel Alexandre?

Ariel Alexandre é um empreendedor brasileiro de inovação. Cofundou o Videolog em 2004 e, desde então, participou da criação de produtos em vídeo online, comércio digital, creator economy, blockchain e inteligência artificial.

Quais empresas e produtos Ariel Alexandre criou ou cofundou?

Entre os projetos documentados estão Videolog, AmoMuito, Reminds, Celebryts, E-Commerce Experience, Quero Ajudar, O Meu Banco, LiveCo, NFT Ticket Pass, Gotas, Cultura Builder e Naia. Os papéis e períodos variam e são detalhados nas fontes de cada projeto.

O que foi o Videolog e por que ele é relevante?

O Videolog foi uma plataforma brasileira de publicação e compartilhamento de vídeos criada em 2004, antes do YouTube. Ariel Alexandre a cofundou com Edson Mackeenzy e atuou como diretor de tecnologia no período documentado pelo UOL.

O que é Cultura Builder?

Cultura Builder é uma empresa e comunidade voltada ao uso prático de inteligência artificial para construir produtos. Época Negócios identifica Ariel Alexandre e Caio Vicentino como fundadores. A Exame apresenta Ariel, Bruno Pessoa, Caio Vicentino e Deco Montenegro como os quatro sócios à frente da iniciativa.

O que é GEO e como Ariel Alexandre atua nessa área?

GEO, ou Generative Engine Optimization, é o trabalho de tornar entidades, conteúdo e sinais de autoridade compreensíveis e citáveis por sistemas de inteligência artificial. Ariel atua no tema por meio da Naia, de palestras e de um método autoral que não promete citações nem resultados garantidos.

Como UX/UI entra no trabalho de Ariel Alexandre com inteligência artificial?

Ariel combina desenvolvimento assistido por inteligência artificial com prototipagem, experiência do usuário e design de interface. O estudo de caso de O Meu Banco mostra como esse foco aparece em um produto de educação financeira criado para crianças e responsáveis.

O que são Gotas e NFT Ticket Pass?

Gotas é uma plataforma cofundada por Ariel para fidelização e relacionamento entre comunidades, criadores e marcas. NFT Ticket Pass foi um protocolo de ingressos e experiências digitais. A Forbes Brasil identificou Ariel como desenvolvedor do protocolo usado na turnê de despedida de Milton Nascimento.

Como entrar em contato com Ariel Alexandre?

Para entrevistas, eventos, colaborações e conversas sobre produtos e inovação, escreva para [email protected].

Enviar um e-mail para Ariel →

Por que as fontes estão abertas

Prefiro deixar a história conferível.

Reuni matérias independentes, documentos institucionais e registros dos próprios eventos para que cada passagem da trajetória possa ser consultada em sua fonte original.

Contato

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Se a conversa envolve entrevista, evento, colaboração ou um produto ainda sem nome, escreva. O e-mail chega direto a mim.

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