IA aplicada
Quero que a IA desapareça dentro do produto. Quem usa deve perceber que ficou mais fácil, não que existe um modelo trabalhando por trás.
Olá, eu sou
Pego tecnologias novas e tento descobrir como elas podem servir a alguém de verdade.
Comecei no rádio. Em 2004, quando publicar vídeo na internet ainda dava trabalho, criei o Videolog com Edson Mackeenzy. Depois vieram o comércio digital, a creator economy e a blockchain. Hoje, estou construindo produtos e interfaces com inteligência artificial. Arquivo revisto em .
Empreendedor de inovação
Um jeito de trabalhar
Nunca me interessou uma tecnologia só porque era nova. Gosto é de quando ela resolve alguma coisa de verdade. Foi assim com o vídeo online em 2004 e com o comércio digital alguns anos depois. A blockchain só fez sentido quando saiu do discurso. Hoje, essa curiosidade está nos produtos que ajudam pessoas e marcas a serem compreendidas por sistemas de IA.
Pelo caminho
Aqui está o fio da história. Cada projeto leva primeiro ao case ou ao contexto em que foi construído. O segundo caminho abre sua parte em um arquivo público com 259 matérias, entrevistas, vídeos e outros registros, sem repetir todos esses links na home.
Comecei alugando equipamentos de som ainda adolescente e passei quase dez anos ligado ao rádio. Jovem Pan e Transamérica deixaram registros públicos; as rádios comunitárias, os palcos e o programa Turbulência permanecem, por enquanto, como memória e arquivo pessoal.
Criei o Videolog com Edson Mackeenzy para tornar mais simples publicar e assistir a vídeos na internet brasileira, meses antes do YouTube. Em novembro de 2004, contei à Folha que a plataforma tinha chegado a cerca de 15 mil usuários no primeiro mês. Em 2006, o UOL me apresentou como criador e diretor de tecnologia, formalizou uma parceria nacional com o Videolog e registrou 170 mil usuários cadastrados naquele momento. Em 2011, a Exame incluiu nós dois em uma reportagem sobre a geração de empreendedores que surgiu depois da bolha da internet.
Com a AmoMuito, passei a olhar de perto para o e-commerce. Foi ali que comecei a falar publicamente sobre usabilidade, confiança, logística e experiência de compra. Em 2013, O Globo mostrou a operação, chamou a empresa de pioneira no comércio eletrônico de acessórios femininos e me identificou como um dos sócios.
Na Reminds, fui cofundador de uma das oito startups escolhidas para o programa de aceleração da Samsung e da Anprotec. O programa incluiu uma etapa de incubação na Coreia do Sul. Em 2015, também representei a empresa no TechMission no Vale do Silício, organizado pela +Innovators com apoio da Apex-Brasil.
Em 2016, cofundei a Celebryts com Bruno Pires e Rafael Stavarengo. A empresa, que depois passou a se chamar Cely, aproximava marcas e criadores com apoio de algoritmos, dados e mensuração. Em abril, o UOL me entrevistou no lançamento da plataforma sobre monetização, métricas e profissionalização dos criadores. Em dezembro, O Globo me identificou como diretor executivo ao anunciar um painel do WIRED Festival Brasil. Fontes publicadas entre 2017 e 2018 passaram a me apresentar como CEO.
Em Portugal, Vanessa Caldas e eu criamos a E-Commerce Experience. O programa ajudava empresas estabelecidas a experimentar novas práticas digitais e a repensar a experiência de compra. As atividades aconteceram em Lisboa e ficaram registradas por veículos e organizações do ecossistema português.
Em março de 2020, no começo da pandemia, eu, Vanessa e uma equipe ligada à E-Commerce Experience criamos o Quero Ajudar. Fiz a primeira versão da plataforma em dois dias para conectar pessoas em situação de risco a voluntários. No terceiro, uma equipe de 15 pessoas já operava o serviço. O PÚBLICO registrou 1.342 voluntários na data da entrevista.
O Meu Banco começou dentro de casa. Vanessa e eu queríamos ajudar nossa filha Sofia a entender a mesada sem colocá-la diante da complexidade de uma conta bancária real. O simulador acabou reunindo educação financeira, controle dos responsáveis e uma interface simples. Depois, foi um dos quatro aplicativos escolhidos como “Melhores tesouros escondidos” no Google Play Best of 2020 publicado no Brasil.
Cofundei a LiveCo para trabalhar com live shopping. No Fórum E-Commerce Brasil 2021, falei sobre como a transmissão ao vivo podia devolver conversa e interação à compra digital. A Netshow.me adquiriu a empresa no fim de 2023. Em 2026, a Exame contou como a tecnologia da LiveCo ajudou a dar escala à nova frente B2B da adquirente.
Desenvolvi o protocolo NFT Ticket Pass para ligar ativos digitais a ingressos, benefícios e experiências. O projeto foi usado na turnê de despedida de Milton Nascimento, e a Forbes Brasil me identificou como desenvolvedor do protocolo. O Guardian registrou internacionalmente a decisão de vender os ingressos do show de abertura como NFTs.
Cofundei a Gotas para usar blockchain sem obrigar ninguém a pensar em blockchain. O foco estava na fidelização e no relacionamento direto. Em 2024, a empresa entrou na terceira turma do Startup Program da thirdweb. No ano seguinte, participou com a Chiliz do Cards do Futebol, e o BeInCrypto me ouviu sobre comunidades, marketing e os riscos práticos das memecoins.
A Cultura Builder reúne Bruno Pessoa, Caio Vicentino, Deco Montenegro e eu. A ideia é ajudar mais gente a usar inteligência artificial para construir de verdade. A Exame atribuiu a mim a criação do termo “Builders” usado pelo projeto. Em 2025, levamos a final do Builders Month, oficinas e o Laboratório Cultura Builder ao AI Brasil Experience, em São Paulo.
Na Naia, sou identificado como cofundador e trabalho com GEO, comércio agêntico e descoberta de marcas por modelos de linguagem. Em 18 de julho de 2026, a página institucional listava também Tiago Baeta, Vanessa Caldas e Alexandre Caramaschi como cofundadores. Materiais de lançamento anteriores citavam três pessoas e tratavam Tiago como advisor, por isso apresento aqui a composição atual sem reescrever a história do lançamento.
O trabalho de agora
Quero que a IA desapareça dentro do produto. Quem usa deve perceber que ficou mais fácil, não que existe um modelo trabalhando por trás.
Blockchain só me interessa quando resolve algo para quem está do outro lado. Pode ser identidade, propriedade ou fidelização. A tecnologia não precisa virar o assunto principal.
Mais gente consegue construir quando tem boas ferramentas e espaço para testar. Meu trabalho aqui é ajudar profissionais não técnicos a tirar ideias do papel.
Como eu construo
Elas entram no trabalho quando ajudam a entender o problema, testar uma interface ou encurtar o caminho até um produto útil.
Organizo entidades, conteúdo e fontes para que sistemas de IA entendam melhor uma marca e encontrem informação confiável sobre ela.
Uso modelos, ferramentas de código e automações para construir mais rápido, sem deixar a clareza da interface e a experiência de uso para depois.
Desenho fluxos em que agentes consultam informações, executam tarefas e sabem quando precisam devolver uma decisão para uma pessoa.
Junto estratégia, tecnologia e comportamento de uso para colocar uma interface em movimento cedo e aprender com ela.
Conversas públicas
Uma seleção de encontros, entrevistas e painéis confirmados pelos canais que os publicaram.
Por que as fontes estão abertas
Reuni matérias independentes, documentos institucionais e registros dos próprios eventos para que cada passagem da trajetória possa ser consultada em sua fonte original.
Contato
Se a conversa envolve entrevista, evento, colaboração ou um produto ainda sem nome, escreva. O e-mail chega direto a mim.
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